Em caso de duvida: geral@ordemengenheiros.ao



  • Seg e Qui 08:00 - 15:30
  • Sex 08:00 - 15:00


Na outorga do título, em cerimónia inserida no II  Congresso Internacional da Ordem dos Engenheiros de Angola, que decorre desde ontem no Centro de Convenções de Talatona, o bastonário da Ordem dos Engenheiros de Angola, José Dias, disse que a condecoração assenta no reconhecimento unânime dos membros e sócios de pleno direito da organização profissional por o Chefe de Estado ter “as impressões digitais” nas grandes obras de engenharia realizadas e em curso no país. 


A cerimónia, testemunhada por membros do Governo, deputados, representantes do Corpo Diplomático e académicos nacionais e internacionais, começou com a exibição de um vídeo com a biografia de José Eduardo dos Santos, em que é destacado o seu percurso académico, que culminou com o curso de Engenharia de Petróleos.

O galardão foi entregue ao ex-ministro dos Petróleos, Desidério Costa, que representou o Presidente da República na cerimónia e em cujo nome agradeceu, enaltecendo o gesto da Ordem dos Engenheiros de Angola. A sessão de abertura do II Congresso Internacional da Ordem dos Engenheiros de Angola foi presidida pelo ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos.  Na sua intervenção, Botelho de Vasconcelos destacou a importância do Congresso e lembrou que a Engenharia não tem fronteiras e é imprescindível a todos os países  interessados num desenvolvimento assente na capacidade criativa de aplicar os resultados no uso correcto das forças e dos recursos da natureza em proveito da humanidade. Em Angola, de acordo com o ministro dos Petróleos, os esforços do Executivo na área das Engenharias estão integrados no Plano de Desenvolvimento 2012/2017 e passam pela melhoria das condições de vida da população e na aplicação de avultados recursos financeiros em projectos estruturantes, nas áreas da Agricultura, Energia e Águas, Indústria e Geologia e Minas, entre outros sectores, considerando sempre a componente de preservação do ambiente. O Plano Nacional de Formação de Quadros, de acordo com o titular da pasta dos Petróleos, apresenta as áreas onde o Executivo deve concentrar as suas acções, para suprir a carência de quadros nos diferentes níveis de formação, técnico-profissional, médio e superior.

 “No dealbar do século 21, as exigências do profissional de engenharia têm de estabelecer um novo conceito, adaptado à realidade da vida humana, buscando os instrumentos tecnológicos por forma a tornar as suas acções mais humanizadas”, recomendou o ministro. O II Congresso Internacional da Ordem dos Engenheiros de Angola, que termina hoje, decorre sob o lema “Engenharia e Dinâmicas de Desenvolvimento de Angola”.

  Além de angolanos, o encontro reúne especialistas das áreas de engenharia do Brasil, Cabo Verde e Portugal.Ontem, primeiro dia dos trabalhos, os debates giraram em torno do “Papel da Engenharia no Desenvolvimento das Nações”, “Ética e Deontologia: aspectos fundamentais na formação e actuação dos engenheiros”, “Projectos de Engenharia em Angola”, “Tecnologias para o abastecimento alimentar”, “Qualidade da prestação de serviço e fiscalização de empreitadas” e “Aplicação de corredores alcalinos em solo do planeta central”.O encontro encerra com uma mesa-redonda que vai debater a instalação de hortas comunitárias na comuna do Missombo, os sistemas de informação geográfica no poder autárquico e novas perspectivas para os profissionais de engenharia e para o desenvolvimento de Angola. Uma exposição de projectos de engenharia desenvolvidos e em desenvolvimento nos mais diferentes sectores, no âmbito da reconstrução do país, está patente no Congresso. Entre os expositores estão a Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA) e a Empresa Pública de Produção de Electricidade (PRODEL). Criada em 1987, a Ordem dos Engenheiros de Angola realizou o seu Primeiro Congresso Internacional em 1996.

Fonte: Ordem dos Engenheiros de Angola

Newsletter

Subscreva a nossa newsletter para receber as ultimas novidades relativas à Ordem dos Engenheiros de Angola